Formação e especializações: porque a experiência do psicólogo faz diferença na terapia afirmativa

Escolher um psicólogo não deveria ser só uma questão de disponibilidade — a formação específica em terapia afirmativa faz diferença real na qualidade do acompanhamento, sobretudo para pessoas LGBTQIA+.

A minha formação de base é um Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde, complementado por duas especializações avançadas pós-universitárias: uma em Terapia de Casal e Sexologia Clínica, e outra em Intervenção Psicossocial Afirmativa com Pessoas LGBTQ+. A este percurso juntam-se formações contínuas em áreas específicas — desde um Curso Avançado de Intervenção Psicológica com Público LGBTQ+ e um workshop de Intervenção LGBTQIA+ pela Ordem dos Psicólogos, até formações sobre perturbações alimentares, violência doméstica, disfunções sexuais, intervenção em crise e processos de luto.

Esta combinação de formação de base sólida com especialização contínua é o que permite oferecer um acompanhamento que não trata a identidade LGBTQIA+ como um “tema à parte”, mas que a integra de forma natural e informada em todo o processo terapêutico — seja em terapia individual, de casal, ou em consultoria e formação para outras organizações e profissionais de saúde mental.

Se procuras um psicólogo que já fez o trabalho de se preparar especificamente para acompanhar a tua realidade, esta formação é exatamente o que deves procurar — na Affirmative Q, ou em qualquer outro profissional.

Anterior
Anterior

Para além do consultório: ativismo, formação e o podcast Conversas de Chá

Próximo
Próximo

Quem é Ruben Seromenho: a pessoa por trás da Affirmative Q